Tripla infecção: jovem de 17 anos é diagnosticado com Covid e dois tipos de influenza em Jaú

Segundo a Santa Casa da cidade, jovem deu entrada no hospital na última quinta-feira (6), mas não precisou ser internado; em Botucatu, médica de 49 anos já havia sido diagnosticada com tripla infecção, mas com Covid-19, influenza A e resfriado comum.

Exame chamado painel viral é considerado o mais completo para síndromes gripais; resultado aponta os três vírus detectados — Foto: Reprodução

Exame chamado painel viral é considerado o mais completo para síndromes gripais; resultado aponta os três vírus detectados — Foto: Reprodução

Um jovem de 17 anos foi atendido pela Santa Casa de Jaú (SP) após ser diagnosticado por três vírus respiratórios ao mesmo tempo. Com isso, precisou ser isolado por estar infectado simultaneamente com Covid-19, influenza A e influenza B.

Segundo informações da assessoria da Santa Casa passadas ao g1, o jovem deu entrada no hospital na quinta-feira (6), mas não precisou ser internado.

Consultada, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que, “até o momento, não há notificação do caso em sistema”.

Segundo a SES, conforme definição do Ministério da Saúde, somente os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) são de notificação compulsória, assim como os casos da Covid-19.

Outro caso

Em Botucatu (SP), uma médica, de 49 anos, já havia sido diagnosticada com tendo sido infectada por três vírus respiratórios ao mesmo tempo, sendo Covid-19, influenza e resfriado.

Ao g1, o infectologista Alexandre Naime Barbosa, chefe do departamento de Infectologia da Unesp de Botucatu e que atendeu a médica, disse que a mulher começou a sentir os sintomas gripais no dia 19 de dezembro e o procurou no dia 21.

Segundo Naime, o exame apontou a presença do vírus da Sars-Cov-2 (causador da Covid-19), o da Influenza A (provavelmente o da H3N2) e de um adenovírus, responsável pelos resfriados comuns. O exame não inclui o sequenciamento genético para o vírus da Covid, mas o médico diz que possivelmente é a variante ômicron.

Com o diagnóstico confirmado, a médica, que teve apenas sintomas leves, foi isolada por dez dias e, no início deste ano, recebeu alta para retomar as suas atividades profissionais. Além disso, ninguém na casa da paciente (marido, dois filhos e a mãe idosa) foi infectado.

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