em Palmital

Usando tornozeleira, foragido da Justiça é capturado no pedágio de Palmital

Jornal da Comarca | Redação

PALMITAL-SP — Um homem de 30 anos, com histórico criminal e suspeito de integrar facção criminosa, foi capturado na tarde de terça-feira, dia 2, na praça de pedágio operada pela Cart em Palmital-SP, no quilômetro 413 da Raposo Tavares. Ele estava em um veículo, junto com duas outras pessoas, que foi parado para fiscalização pela Polícia Rodoviária.

Os policiais constataram que ele era procurado pela Justiça e fazia uso de uma tornozeleira eletrônica, que é destinada ao monitoramento de condenados que recebem o benefício do cumprimento de pena em liberdade.

De acordo com registros policiais, a captura ocorreu por volta das 17 horas quando os policiais rodoviários realizaram a abordagem ao veículo em que o acusado estava. Houve a constatação de que ele tinha um mandado de prisão definitiva expedido na quinta-feira da semana passada (27/06) pela Vara de Execuções Penais de Arapongas (PR), que seria referente a um processo por porte ilegal de arma.

Os policiais rodoviários também constataram que ele fazia uso de tornozeleira eletrônica, mas não conseguiram contato com os órgãos prisionais do Paraná para obter mais informações. O homem foi apresentado na Delegacia da Polícia Civil de Palmital e levado à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Assis, sendo encaminhado posteriormente à Cadeia Pública de Lutécia.

HISTÓRICO DE CRIMES

Em pesquisa de notícias na internet, constatou-se que o homem preso em Palmital tem histórico criminal no Paraná e em Santa Catarina, com a prática de crimes graves como roubos, porte de arma e estelionato, além de ser suspeito de homicídio. Em 2011, ele foi preso em Apucarana (PR), pela prática de assaltos.

Em junho de 2016, foi preso pelo envolvimento na morte do agente penitenciário Geisel Araújo Palma, ocorrida em Florianópolis. Menos de 20 dias depois, ele foi um dos 26 presos que fugiram da Cadeia Pública de Arapongas. Em março de 2017, foi preso pelo atentado ao Fórum de Piçarras (SC), quando o prédio foi atingido por tiros e houve a afixação de cartazes exigindo a transferência de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Na ocasião, foi apontado como o “disciplina” da facção na região do litoral Norte catarinense.

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