Espírito Santo

Pastor é preso em investigação sobre incêndio que matou irmãos no ES

O pastor George Salles é pai de Joaquim e padrasto de Kauã, de 3 e 6 anos. Incêndio aconteceu no dia 21 de abril.

G1

Pastor George Salles, pai de Joaquim e padrasto de Kauã, de 3 e 6 anos. (Foto: Rafael Zambe/ TV Gazeta)

LINHARES, ES – Foi preso, na manhã deste sábado (28), o pastor George Salles, pai de Joaquim e padrasto de Kauã, de 3 e 6 anos, que morreram carbonizados em um incêndio na casa onde moravam em Linhares, no Norte do Espírito Santo.

Um mandado de prisão temporária, de 30 dias, foi expedido contra ele. O pastor passa por exames no Serviço Médico Legal de Linhares e será encaminhado ao presídio em seguida. A polícia ainda não informou o motivo da prisão.

Pastor é preso em investigação sobre incêndio que matou irmãos em Linhares (Foto: Brunela Alves / A Gazeta)

Terceira perícia

A terceira perícia foi feita, nesta sexta-feira, na casa onde houve o incêndio no dia 21 abril. Peritos, policiais civis e promotores do Ministério Público Estadual participaram. Os trabalhos no local só terminaram depois de quase quatro horas, por volta das 20h30.

Incêndio

O incêndio aconteceu na casa da família, no Centro de Linhares. Na residência estavam dormindo o pastor George Salles, o filho Joaquim e o enteado Kauã, mas as chamas atingiram apenas o quarto dos meninos. A mãe das crianças, Juliana Salles, estava em um congresso em Minas Gerais junto com o filho mais novo do casal.

O pastor disse, em entrevista, que ouviu os gritos das crianças e tentou entrar no quarto que pegava fogo.

Irmãos morreram carbonizados em incêndio em Linhares, ES (Foto: Reprodução/ TV Gazeta)

Polícia

Em nota enviada nesta sexta-feira (27), a Polícia Civil informou que estão sendo utilizados todos os instrumentos investigativos disponíveis, para esclarecer qualquer detalhe sobre o incêndio.

“Para preservar a integridade das apurações ressaltamos que todas as informações sobre o caso somente serão fornecidas por meio de Assessoria de Comunicação e pela autoridade policial assim que o inquérito for concluído, para evitar boatos, notícias falsas e interpretações equivocadas e pré julgamentos”.

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